domingo, 22 de agosto de 2010

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Sem garupa


Via Facebook do Ricardo Berzoini .

domingo, 15 de agosto de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Homens bons desmascaram "servo lulo-petista"

Vocês sabem, hoje é feriado em São Paulo em comemoração à "Revolução Constitucionalista". Não sei bem o que eles comemoram, já que esse movimento, que é reacionário, não revolucionário, pois servia aos interesses de uma oligarquia cafeeira retrógrada que havia sido apeada do poder por Getúlio Vargas, foi derrotado.

Sobre este feriado de 9 de julho, o Sakamoto escreveu um excelente post que eu assinaria embaixo. Mas não é exatamente sobre ele que eu quero falar aqui, é sobre os comentários que ele suscitou.

Tem gente que diz: "ah, fulano não tem apreço pela democracia, não ouve o outro lado, não tenta argumentar, debater..." Mas veja se tem alguma condição de debater com cabecinhas capazes de comentários como estes que reproduzirei a seguir:


Marcelo disse:
09/07/2010 às 8:40
Japa fedido, e seus parentes que matam milhares de baleias e golfinhos. Povo nojento. Viva Hiroshima e Nagazaki. Deveriam ter sido muitas outras
.


Este comentário reproduzido logo abaixo é o meu favorito. Representa bem o pensamento reacionário típico da pequeno-burguesia brasileira, que morre de medo de perder os seus privilégios. Quem nunca ouviu um discurso assim de um colega, um parente ou um amigo ?


myrna disse:
09/07/2010 às 8:43
Sabe, o que revolta em São Paulo ou devia revoltar a classe média brasileira ( B e C). É que você trabalha, estuda, não tem tempo para fazer passeatas com sindicalistas pelegos petistas, para ficar sambando o ano todo como certas regiões (sem preconceito mas está errado este comportamento), você entra na USP sem cotas, por capacidade, passa num concurso público sem INDICAÇÕES políticas e o filho do nosso presidente ganha em menos de 2 anos de governo LULA o que nossos filhos que estudaram no Colégio Bandeirantes e outros do mesmo gabarito nunca vão ganhar durante os 40 anos de trabalho.Será porque a gente lê os jornais e toma conhecimento de todos ss escândalos e r o u b alheira dos coronéis do Maranhão, Amapá, Alagoas, São Paulo do tempo ademarista, malufista e Pitta, do Pará de Jader Barbalho e outros que recebemos a pecha de arrogantes.

E não sabem por que recebem "a pecha de arrogantes"...

Eliane disse:
09/07/2010 às 8:36
“Alguma coisa acontece no meu coração…quando piso na Avenida Paulista”.
São Paulo é SÃO PAULO!!! não se trata de populismo, é HISTÓRIA.
E estamos conversados!
E Viva o 9 de Julho!!!


Felizmente, apareceu um atento comentarista para colocar o dedo na ferida. Claro, o Sakamoto não passa de um "um servo lulo petista regado a alergia a verdade". Agora tá explicado!

Guife disse:
09/07/2010 às 8:56
Lamentável a sua visão e falta de
respeito pelo passado, o qual
garantiu muitos benefícios do
presente. Seu texto e digno de
um servo lulo petista regado a
alergia a verdade e a vontade de
reescrever a história de acordo
as vontades presentes.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Olhar encantado de criança


“Isso tudo que eu estou dizendo para você aconteceu até os 7 anos de idade, tudo antes de pegar o pau-de-arara para vir para São Paulo.

É engraçado, quando se é pequeno, se vê uma coisa e se tem uma dimensão de grandeza diferente da que se tem quando se é adulto. Então, por exemplo, eu lembro das ruas, das casas... Depois que eu voltei lá, depois de 30 anos, eu fiquei decepcionado. Eu imaginava uma baita rua na frente de onde que a gente morava, eu imaginava uma baita árvore, tinha um pé de mulungu, que é uma árvore que dá uma sementinha vermelha. Eu tinha noção de uma árvore enorme, e quando eu voltei lá depois de 30 anos a árvore que eu vi não é grande, é uma árvore pequena. E era a mesma árvore da infância...

Tinha um lugar lá chamado "a bodega do Tozinho", que era um armazém. Eu tinha a impressão de que era uma coisa quase do tamanho do Carrefour, depois que eu voltei lá eu vi que era do tamanho de uma casinha popular aqui, ou de um barraco pequenininho. Eu tenho lembrança dessa bodega do Tozinho porque em 1950, eu tinha 5 anos de idade, mas meus irmãos mais velhos já escutaram pela primeira vez a Copa do Mundo pelo rádio. O único que tinha rádio lá era ele [o Tozinho]. Então o pessoal ia lá pra ouvir o rádio, ouvir programas musicais e coisas desse tipo."

Trecho de um dos depoimentos de Lula a Denise Paraná para o livro Lula, o filho do Brasil.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O nó de Minas

Esse é o título do meu novo post no Amálgama. Leia lá e comente!